Hoje, e passadas mais de três décadas, a data continua a ser assinalada em todo o planeta.
Este dia deve ser celebrado, mas fica ensombrado pelo "momento de agonia" em que vive o mercado discográfico nacional, disse hoje à Lusa o presidente da Associação Fonográfica Portuguesa, Eduardo Simões."O primeiro semestre deste ano foi um desastre, tivemos a pior evolução do mundo", entre os países que integram a Federação Internacional de Indústria Discográfica (IFPI), com uma quebra nas vendas de música na ordem dos 40 por cento em relação ao mesmo período de 2010.
"É uma descida avassaladora e a pirataria é a principal causa das quebras de vendas", disse, alertando para as consequências negativas para editoras, para os artistas e para o próprio Estado.
