Sejam bem-vindos ao meu pequeno e modesto cantinho... Aqui penso “falar” do que mais prazer me dá, assim como para pôr em prática a minha vontade de comunicar e partilhar com vocês as pequenas coisas boas, e menos boas, da vida...

Acerca de mim

A minha foto
España, Portugal

Sejam bem-vindos ao meu pequeno e modesto cantinho...

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem, por isso existem momentos
inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.

(Fernando Pessoa)


sábado, 29 de junho de 2013

Mulher Só



Sou uma mulher só!...

         Sempre fui, desde pequenina.

Tinha pouca liberdade

E brincava sozinha.


Fantasiava a vida,

Tinha imaginação,

Deixava voar o pensamento,

Ninguém me proibia, não!...

 

Nem adivinhavam

O que estava a pensar.

Falavam, falavam, falavam...

E eu a ler, ou a bordar.

 

Bordava roupa para vestir,

Talhava e cosia roupa para usar,

Pensava em me divertir...

Divertia-me a trabalhar!

 

Assim tem sido pela vida fora,

Às vezes ponho-me a pensar,

Qualquer dia vou-me embora...,

Mas não tenho pressa, prefiro ficar...

 

A ver tudo que posso abarcar.

Valerá a pena este viver?

Páro!... começo a meditar...

Mulher só... não pode escolher!...

 

Apenas deve aceitar...

Aceitar com resignação...

Gosto de sorrir para a vida,

Mesmo que esta seja uma doce ilusão.

 

Aline Oliveira

2013-06-23

 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Ideias que vale a pena espalhar




Sir Ken Robinson propõe de uma forma interessante e profunda a criação de um sistema educativo que acarinhe (em vez de minar) a criatividade.
 
Ler mais: http://www.ted.com/

 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Feliz Páscoa


 
Feliz Páscoa para todos vocês.
 
 
Que o coelhinho traga muito mais que simples ovos de chocolates. Que ele traga muito amor, saúde e felicidades.
 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Las Fallas en la Comunitat Valenciana: un poco de historia


El origen de la fiesta de las Fallas se remonta a la antigua tradición de los carpinteros de la ciudad, que en vísperas de la fiesta de su patrón San José, quemaban frente a sus talleres, en las calles y plazas públicas, los trastos inservibles junto con los artilugios de madera que empleaban para elevar los candiles que les iluminaban mientras trabajaban en los meses de invierno. Por ese motivo el día de la cremà (momento en el que arden los monumentos falleros) siempre coincide con el día 19, Festividad de San José.
 
En el siglo XVIII, las Fallas se reducían a piras de materiales combustibles que recibían el nombre de fallas y quemaban al anochecer de la víspera de San José. Estas fallas fueron evolucionando y cargándose de sentido crítico e irónico, mostrándose sobre todo en los monumentos falleros escenas que reproducían hechos sociales censurables.
Sobre 1870 se persiguió duramente los festejos populares como el Carnaval y las Fallas. Esta presión provocó que en 1885 surgiera un movimiento en defensa de las tradiciones típicas, otorgando la revista "La Traca" premios a los mejores monumentos falleros. Este hecho provocó la competición entre los vecinos y dio lugar al nacimiento de la falla artística, donde no desaparecía la crítica, pero predominaba la preocupación estética.


En 1901, el propio Ayuntamiento de Valencia, otorgó los primeros premios municipales a las mejores fallas. Este fue el comienzo de la unión entre el pueblo y el poder político, evolucionando con pasos agigantados esta fiesta popular en número, estructura y organización.

 
 En 1929, se creó el primer concurso de carteles para hacer promoción a la fiesta y en 1932 se instauró la Semana Fallera. Fue en estos años cuando las Fallas se convirtieron en la fiesta mayor de la Comunitat Valenciana, llegando en la actualidad a quemarse más de setecientas fallas entre grandes y pequeñas, sólo en la ciudad de Valencia.
 
Las fallas de hoy
Valencia, ejemplo de modernidad, puerto del Mediterráneo y capital de grandes eventos, se transforma en marzo para convertirse en una ciudad entregada a su fiesta, a la música y a la pólvora.

 
 
 
 
Una fiesta que no hay que perderse
Las Fallas constituyen una de los atractivos turísticos que presenta la ciudad de Valencia, que une así su benigno clima de primavera con unas fiestas donde la pólvora, la diversión, la música, el arte y el sentimiento religioso se respiran por los cuatros costados.
TRAJES FALLEROS
DETALLE DE PEINADO FALLERO
 

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Entenda por que o meteorito causou tantos estragos na Rússia

Especialistas explicam os motivos que levaram ao grande número de feridos e a relação do evento com o asteroide que passou a 27 mil quilômetros da Terra na passada sexta feira.

Um meteorito caiu no céu da Rússia nesta sexta-feira (15), causando uma onda de choque que quebrou janelas e feriu quase mil pessoas na região dos Montes Urais. Em Chelyabinsk, cerca de 1,5 mil km a leste de Moscou, a maior cidade afetada da região, houve pânico, pois as pessoas não sabiam o que estava acontecendo. Veja abaixo por que a rocha incandescente caiu no céu e entenda o motivo de tantos estragos e 500 feridos.


- Qual a diferença entre meteoros e meteoritos?
Meteoros são pedaços de rochas do espaço, normalmente provenientes de grandes cometas ou asteroides e que entram na atmosfera terrestre. Muitos são incandescentes por causa do calor da atmosfera. São raros os que suportam o choque ao entrar na atmosfera terrestre e se chocam com a crosta terrestre, estes são chamados de meteorito. Os meteoritos sempre atingem o solo com muita velocidade, mais de 30.000 quilômetros por hora, de acordo com a agência espacial europeia. Eles também liberam uma grande quantidade de energia.
 
- É comum meteoritos caírem do céu?
Especialistas afirmam que pequenos choques ocorrem de cinco a dez vezes por ano. Grandes impactos, como este na Rússia, são mais raros, costumam ocorrer a cada cinco anos, de acordo com Addi Bischoff, mineralogista da Universidade de Muenster, na Alemanha. Muitas destas quedas acontecem em locais inabitados e, portanto, não causaram ferimentos em humanos.

- O que causou os problemas na Rússia?

Alan Harris, cientista do Centro Aeroespacial Alemão, em Berlim, disse que a maior parte dos danos foi provocada pela explosão do meteoro quando ele entrou na atmosfera. A explosão causou uma onda de choque que quebrou o vidro das janelas e fez com que objetos voassem pelo ar num raio de vários quilômetros. No momento que os fragmentos atingiram o solo, eles eram muito pequenos para causar danos significativos em locais afastados do local de impacto, disse o cientista.
 
- Há alguma relação entre este evento e o asteroide que passou perto da Terra nesta sexta?
 
Não, isto é apenas uma coincidência cósmica. De acordo com o porta-voz a agência espacial europeia, Bernhard Von Weyhe, não há relação alguma entre o asteroide 2012DA14 e o meteorito na Rússia.
 
 
 
- Quando foi a última vez que ocorreu algo comparável ao meteorito que atingiu a Rússia?
Em 2008, astrônomos observaram a mancha de um meteoro vindo para a Terra cerca de 20 horas antes de ele entrar na atmosfera. Ele explodiu sobre o Sudão e causando dados desconhecidos. A maior queda de meteorito que se sabe foi o que caiu em Tunguska, também na Rússia em 1908. Porém, mesmo este meteorito, que era muito maior do que o que caiu sobre os Montes Urais, nesta sexta-feira, não feriu ninguém. Muitos cientistas acreditam que um meteorito muito grande pode ter sido responsável pela extinção dos dinossauros , há cerca de 66 milhões de anos. De acordo com essa teoria, o impacto teria lançado grande quantidade de poeira que cobriu o céu ao longo de décadas e alterou o clima da Terra.
- O que cientistas podem aprender com o evento desta sexta-feira?
Bischoff afirma que cientistas e caçadores de tesouro provavelmente já estão correndo para encontrar pedaços do meteorito. Alguns fragmentos de meteoritos podem ser muito valiosos, chegando a custar mais de 670 dólares por grama, dependendo de sua composição. Como os meteoros têm permanecido praticamente inalterados durante bilhões de anos - ao contrário das rochas da Terra que foram afetadas pela erosão e surtos vulcânicas – cientistas têm interesse em estudar seus fragmentos para saber mais sobre as origens do universo.
 
- O que aconteceria caso o meteorito atingisse uma metrópole?
Cientistas torcem para que isto nunca aconteça, embora estejam se preparando para enfrentar tal evento. Von Weyhe, porta-voz da agência especial europeia afirma que especialistas da Europa, Estados Unidos e Rússia ainda discutem como monitorar potenciais ameaças antecipadamente e alertá-las. Porém, não espere uma missão no estilo hollywoodiano que tenha o intuito de lançar uma bomba nuclear para explodir um asteroide.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Dia de los Reyes Magos


Que aprendamos a caminar confiados en El
y siguiendo con FE y AMOR la Luz de su Estrella ....
FELIZ DIA DE REYES !....

 Noche mágica

Los niños dejan sus zapatos en un lugar visible de la casa y se acuestan con la ilusión de despertar y descubrir los regalos que les han dejado Melchor, Gaspar y Baltasar. Junto a los zapatos los niños dejan comida para los Reyes, sus pajes y sus camellos.
 
Deben estar dormidos cuando lleguen los Reyes y, si han sido buenos, recibirán los juguetes que han pedido a los Reyes en sus cartas. Si no lo han sido, recibirán carbón dulce.
 

El día 6 los niños juegan con los juguetes que les han dejado los Reyes y visitan a sus familiares para recoger los reglaos que los Reyes han dejado en sus casas. El día 8 suelen empezar el colegio.
 
Los regalos que trajeron a Jesús fueron:
 
Melchor:  Un anciano de barba blanca. Su regalo para Jesús era oro.
Gaspar:   Joven moreno. Su regalo es el incienso.
Baltasar:  De raza negra. Le llevaba mirra a Jesús de regalo.
 
El 6 de enero se toma el roscón de reyes
 
Es un dulce típico de ese día. Es un bollo de masa fina con forma de anillo y decorado con trocitos de frutas escarchadas, símbolo de los rubíes y esmeraldas que adornaban los vistosos mantos de los Magos de Oriente. Entre la masa se esconde una pequeña sorpresa.
 
Por influencia posterior este bollo navideño se sirve igualmente en otros países hispanos (principalmente en Argentina y en México) durante las mismas fechas, así como en Portugal.
 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Feliz Natal e Próspero Ano 2013



Os meus melhores votos de um Feliz Natal e de um Ano Novo cheio de Esperança.
 
Um carinhoso abraço.
Patricia

 

domingo, 11 de novembro de 2012

A lenda de São Martinho


O Dia de São Martinho é celebrado anualmente a 11 de Novembro.

Este dia é uma das celebrações que marcam o Outono.

A lenda de São Martinho conta que certo dia, um dia um soldado romano chamado Martinho, estava a caminho da sua terra natal. O tempo estava muito frio e Martinho encontrou um mendigo cheio de frio que lhe pediu esmola. Martinho rasgou a sua capa em duas e deu uma ao mendigo. De reprente o frio parou e o tempo aqueceu. Este acontecimento acredita-se que tenha sido a recompensa por Martinho ter sido bom para com o mendigo.

A tradição do Dia de São Martinho é assar as castanhas e beber o vinho novo, produzido com a colheita do Verão anterior.

Por norma, na véspera e no Dia de São Martinho o tempo melhora e o sol aparece. Este acontecimento é conhecido como o Verão de São Martinho.

Provérbios de São Martinho
 •Por S. Martinho semeia fava e o linho.
 •Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
 •Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
 •No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho.
 •No dia de S. Martinho, castanhas, pão e vinho.
 •No dia de S. Martinho com duas castanhas se faz um magustinho.
 •Dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
 •Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
 •Pelo S. Martinho, todo o mosto é bom vinho.

sábado, 10 de novembro de 2012

A castanha na história





 

Há mais de 100 mil anos que a castanha acompanha a história humana.
Os nossos antepassados descobriram na pequena noz um aliado calórico. Romanos e gregos adoravam-na.




A palavra latina castanea (do grego kastanon) está na origem dos termos castanheiro e castanha.

Presume-se que a castanha seja oriunda da Ásia Menor, Balcãs e Cáucaso.
A par com o pistácio, a castanha constituiu um importante contributo calórico na alimentação do homem pré-histórico que também a utilizou na alimentação dos animais.

Os Gregos e os Romanos colocavam castanhas em ânforas cheias de mel silvestre. Este conservava o alimento e impregnava-o com o seu sabor.

Os romanos incluíam a castanha nos seus banquetes.
Durante a Idade Média, nos mosteiros e abadias, monges e freiras utilizavam frequentemente as castanhas nas suas receitas. Por esta altura, a castanha era moída, tendo-se tornado mesmo um dos principais farináceos da Europa.

Com o Renascimento a gastronomia assume novo requinte, com novas fórmulas e confeções. Surge o marron glacé, que passou de França para Espanha e daí, com as Invasões Francesas, chegando a Portugal.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Olhando o mar...

À minha volta só vejo pessoas,
mas estou sozinha.







Na minha frente o mar parece zangado,
mas a sua música tranquiliza minha mente.

Será que as ondas não se cansam deste vaivém constante?




Hoje o mar está mais calmo,
eu também.

Hoje a tonalidade do mar é diferente.
Não é azul, mas continua a ser muito lindo!...
Os entendidos chamam-lhe cinza esverdeado.



Aline Oliveira

Pensamentos

Um lindo dia de sol,
Pode não aquecer a alma.


Um sorriso espelhado no rosto,
Quantas amarguras poderá conter?


Na escalada da vida,
temos que ir removendo as pedras que atrapalham o percurso.


Nascemos todos iguais,
os caminhos a percorrer é que são diferentes.

O sentido de beleza,
está na sensibilidade de quem observa


Aline Oliveira

sábado, 29 de setembro de 2012

Um pouco de história

 

O primeiro projeto de um sistema de caminhos-de-ferro subterrâneo para Lisboa data de 1888, é da autoria do engenheiro militar Henrique de Lima e Cunha. Publicado na revista “Obras Públicas e Minas”, previa já um sistema completo de linhas, formando uma rede. Mais tarde, nos anos 20 do século XX, dão entrada na Câmara Municipal de Lisboa dois projetos, respetivamente, de Lanoel d’Aussenac e Abel Coelho (1923) e de José Manteca Roger e Juan Luque Argenti (1924), que não tiveram seguimento.



Somente a partir da 2ª Guerra Mundial com a retoma da economia e no seguimento das políticas de eletrificação e aproveitamento dos fundos do Plano Marshall, surge com plena vitalidade a decisão de se construir um metropolitano para Lisboa. A sociedade é constituída a 26 de janeiro de 1948 e tinha como objetivo o estudo técnico e económico, em regime de exclusivo, de um sistema de transportes coletivos fundado no aproveitamento do subsolo da cidade. A concessão para a instalação e exploração do respetivo Serviço Público veio a ser outorgada em 1 de julho de 1949.
 

Os trabalhos de construção iniciaram-se em 7 de agosto de 1955 e, quatro anos depois, em 29 de dezembro de 1959, o novo sistema de transporte foi inaugurado. A rede aberta ao público consistia numa linha em Y constituída por dois troços distintos, Sete Rios (atualmente, Jardim Zoológico) – Rotunda (atualmente, Marquês de Pombal) e Entre Campos – Rotunda (Marquês de Pombal), confluindo num troço comum, Rotunda (Marquês de Pombal) – Restauradores.


A estação Rotunda (Marquês de Pombal) permitia a correspondência entre os dois primeiros troços. Foi um importante acontecimento para a cidade e constituiu um enorme êxito, tendo-se elevado a 15,3 milhões o número de passageiros transportados no primeiro ano de exploração. O Metropolitano de Lisboa era, ao tempo da sua inauguração, o décimo quarto da Europa e o vigésimo quinto no mundo. O pioneiro fora o Metropolitano de Londres, em 1863, a partir da ideia de Charles Pearson, o inventor deste meio de transporte.

 
O Metropolitano de Lisboa veio a tornar-se um fator determinante no desenvolvimento da cidade, traçando linhas de expansão urbanísticas e funcionando como motor principal do sistema de transportes da cidade, dada a sua segurança, rapidez e regularidade.
 
O 1º escalão de construção da rede foi concretizado em fases sucessivas. Assim, em 1963 entra em exploração o troço Restauradores/Rossio, em 1966, o troço Rossio/Anjos e, por último, é completado em 1972 com a ligação Anjos/Alvalade. Por razões conjunturais houve, a partir de 1972, uma interrupção nos projetos de expansão inicialmente previstos para a rede. Este interregno só viria a terminar, como veremos adiante, em 1988.
 
Em 1975 o metropolitano é nacionalizado. Em 1978, passa a Empresa Pública, sendo publicados novos estatutos, e a empresa passa a denominar-se Metropolitano de Lisboa E.P.
 
Entretanto teve lugar um programa de prolongamento da extensão das naves e dos cais das estações, inicialmente preparados para uma exploração com composições de duas carruagens, por forma a permitirem a exploração em toda a rede com composições de quatro carruagens. Estas obras foram efetuadas sem interrupção da exploração.
 
Em 1988, dezasseis anos depois da última inauguração são abertas ao público duas novas extensões, Sete Rios (Jardim Zoológico) – Colégio Militar/Luz e Entre Campos – Cidade Universitária. A primeira compreendendo as estações Laranjeiras, Alto dos Moinhos e Colégio Militar/Luz e a segunda a estação Cidade Universitária.

 
Em 1993, entram em exploração duas novas extensões, Cidade Universitária – Campo Grande e Alvalade – Campo Grande.
A estação Campo Grande, que se encontra inserida no complexo dos viadutos do Campo Grande, constitui a primeira estação elevada da rede e a segunda estação de correspondência do Metropolitano de Lisboa. Nesta data é também inaugurada a 1ª fase do segundo Parque de Material e Oficinas (PMO II), em Calvanas, o acesso a estas instalações é feito em viaduto a partir do nó ferroviário adjacente à estação do Campo Grande.
 
Em 1995 é concretizada a desconexão do nó da Rotunda (Marquês de Pombal), obra fundamental no âmbito da reestruturação e expansão da rede. São, assim, criadas duas linhas distintas e dado o primeiro passo para o estabelecimento de uma rede.


Em 1997 abrem ao público as extensões Colégio Militar – Pontinha, na Linha A (Azul), e Rotunda (Marquês de Pombal) – Rato, na Linha B (Amarela). Passam a existir duas linhas independentes com correspondência nas estações Rotunda (Marquês de Pombal) e Campo Grande. 
Em finais de 1997 é interrompido o serviço de exploração entre Restauradores e Rossio para permitir a ligação Rossio – Baixa/Chiado e Restauradores – Baixa/Chiado. Devido ao incêndio ocorrido a 19 de outubro de 1997 na estação Alameda, só em março de 1998 é reposto o serviço entre Areeiro e Martim Moniz (antiga estação Socorro) constituindo esta data o início da exploração com três linhas independentes, Linha A (Azul) Pontinha – Restauradores, Linha B (Amarela) Campo Grande – Rato e Linha C (Verde) Campo Grande – Martim Moniz (Socorro).
 
 
Em abril de 1998 abre à exploração o troço Rossio – Baixa/Chiado – Cais do Sodré. A estação Baixa/Chiado é uma estação dupla, tendo nesta data aberto à exploração apenas a estação respeitante à linha C (Verde). A outra parte, pertencente à linha A (Azul), tem a sua abertura à exploração prevista para agosto de 1998, permitindo então a correspondência entre as linhas A e C.


Em maio de 1998 abre à exploração a nova Linha D (Vermelha), Linha do Oriente. Trata-se de um marco particularmente importante na história do Metropolitano de Lisboa pois é a primeira linha completamente independente que é inaugurada desde a entrada em exploração da rede em 1959.
 
Para além da remodelação da estação Alameda que passa a ser uma estação dupla permitindo a correspondência entre as linhas C e D, esta linha inclui seis novas estações, a saber: Olaias, Bela Vista, Chelas, Olivais, Cabo Ruivo e Oriente. Não abriram ao público, nesta data, as estações Cabo Ruivo e Olivais.
 
A linha D tem uma importância relevante, não só pela estruturação urbana que veio conferir à região da cidade que atravessa, como pelo facto de ter constituído uma via privilegiada de acesso, através da estação Oriente, ao grande evento que foi a Expo ’98.

 
 
Com a abertura da Linha D (Vermelha) entre Alameda e Oriente, dos prolongamentos da Linha C (Verde) do Rossio ao Cais do Sodré e da Linha A (Azul) dos Restauradores à Baixa/Chiado, o Metropolitano de Lisboa passou a funcionar com quatro linhas independentes e interligadas, realizando as conexões essenciais com a rede ferroviária (suburbana e regional) e com as ligações fluviais para a margem Sul.

 
Em julho de 1998 abre à exploração a estação Cabo Ruivo. A abertura da estação Olivais virá a ter lugar no início de novembro.
 
Em agosto de 1998 abre à exploração a ligação Restauradores – Baixa/Chiado criando assim a correspondência entre as linhas A e C.
 
Em novembro de 1998 abre à exploração a estação Olivais.
 
Em fevereiro de 1999 entra em serviço de exploração a nova geração de material circulante ML 97. Na mesma data entram em funcionamento industrial as instalações do novo Parque de Material e Oficinas (PMO III), na Pontinha.
 
Em novembro de 2002 abre à exploração o troço Campo Grande – Telheiras na Linha Verde, iniciando-se assim a 1.ª fase do prolongamento desta linha para Noroeste.
 
 
Em março de 2004 abre à exploração o troço Campo Grande – Odivelas na Linha Amarela, com cinco novas estações, Quinta das Conchas, Lumiar, Ameixoeira, Senhor Roubado e Odivelas. Pela primeira vez o Metropolitano de Lisboa sai dos limites do concelho de Lisboa.
 
Em maio de 2004 abre à exploração o troço Pontinha – Amadora Este na Linha Azul, com duas novas estações, Alfornelos e Amadora Este.
 
Em dezembro de 2007 abre à exploração o troço Baixa/Chiado – Santa Apolónia na Linha Azul com duas novas estações, Terreiro do Paço e Santa Apolónia.
 
Em agosto de 2009 abre à exploração o troço Alameda – S. Sebastião na Linha Vermelha com duas novas estações, Saldanha II e S. Sebastião II.
 
 
Em julho de 2012 o Metro abre ao público o prolongamento da linha Vermelha entre as estações Oriente e o Aeroporto. Este troço passa a abranger três novas estações: Moscavide, Encarnação e Aeroporto e acrescenta uma extensão de 3,3 quilómetros à rede do Metro. A abertura deste novo troço configura um momento de especial importância para a Área Metropolitana de Lisboa, com especial impacto nas acessibilidades ao Aeroporto de Lisboa.
 
Assim, Lisboa contará com quatro linhas autónomas, com cerca de 43,2 km de comprimento e 55 estações. As estações antigas estarão todas remodeladas. Trata-se de uma rede pensada de uma forma global e intermodal de forma a serem otimizados todos os recursos da cidade em termos de transportes.
 
O Metropolitano de Lisboa constituirá assim a verdadeira espinha dorsal dos transportes urbanos de Lisboa.
 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Amelia Earhart

A primeira aviadora que atravessou o Atlântico


Amelia Mary Earhart (Atchison, Kansas, 24 de Julho de 1897 — desaparecida em 2 de Julho de 1937) foi pioneira na aviação dos Estados Unidos, autora e defensora dos direitos das mulheres.

A mais famosa aviadora da América cresceu num ambiente de riqueza e privilégio, graças ao seu avô materno, Alfred Otis. Amelia, conhecida como Milly, tinha 10 anos quando viu pela primeira vez um avião, na Feira Estatal de Iowa …e deste disse: “Era uma coisa de arame ferrugento e madeira e sem qualquer interesse…”.
Foi só em 1920 que o bichinho da aviação lhe mordeu, quando ela e o pai assistiram a um “encontro aéreo” em Daugherty Field, Long Beach. De capacete e óculos de protecção, embarcou num biplano de cockpit aberto para um voo de 10 minutos sobre Los Angeles. Ficou encantada e pouco depois seguiram-se as lições de pilotagem.
Em Outubro de 1922, Amelia deu início à sua participação em tentativas de ultrapassar recordes e estabeleceu o recorde de altitude para mulheres nos 14.000 pés (4.340 metros). No Outono de 1925, Amelia mudou-se para Boston e juntou-se à divisão local da Associação Nacional de Aeronáutica. Durante este tempo, tirou todas as vantagens das circunstâncias de promoção do voo, especialmente para as mulheres, tornando-se assunto comum nos jornais. O “Boston Globe” considerou-a “uma das melhores mulheres-piloto dos Estados Unidos”.

O editor nova-iorquino George Putnam, impressionado com Earhart, organizou a viagem para que ela se tornasse a primeira mulher a atravessar o Atlântico de avião, a 3 de Junho de 1928, ainda que como passageira.
Posteriormente ela casou com ele e Putnam desenvolveu-a como personalidade pública ao ponto de a 20 de Maio de 1932, quando atravessou sozinha o Atlântico, Amelia ser a mulher mais aclamada do mundo, considerada herói nacional e recebendo vários prémios e celebrações.
Uma viagem sozinha à volta do mundo era a progressão natural, mas uma primeira tentativa, em 1935, não teve sucesso, quando se despenhou ao descolar perto de Pearl Harbour. Sem se dar por vencida, depois da reconstrução do seu Electra, voltou a tentar, partindo de Miami, Florida, a 1 de Junho de 1937.

A sua rota levou-a por Porto Rico e, depois, pela ponta noroeste da América do Sul para África, do Mar Vermelho para o Paquistão (mais uma estreia; ninguém antes tinha voado continuamente entre o Mar Vermelho e a Índia). Depois de alguns atrasos por causa do tempo, partiu para a Austrália e para Lae, na Nova Guiné. Nessa altura já tinha viajado 22.000 milhas (35.420 km), faltando-lhe 7.000 milhas (11.270 metros).
Partindo tarde a 2 de Julho, Amelia fez o seu último contacto através do rádio às 20:00 GMT para o navio Itasca da Guarda Costeira dos EUA e, apesar de uma operação de busca no valor de $4 milhões autorizada pelo presidente Roosevelt, que envolveu 66 aviões e 9 navios nunca mais se encontraram vestígios de Earhart ou do seu avião

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Dia Mundial do Dador de Sangue

Hoje assinala-se o Dia Mundial do Dador de Sangue, como homenagem a um ato nobre, na defesa da saúde humana. “Doar sangue é salvar uma vida”. Há frases que dispensam mais palavras. Também a 14 de junho recorda-se Alzheimer, o psiquiatra que reconheceu a doença que viria a ser batizada com o seu nome.
Doar sangue é um procedimento simples, rápido, sigiloso e seguro. É também uma ação de genuína solidariedade, que merece ser reconhecida, neste 14 de junho, o Dia Mundial do Dador de Sangue.
Neste dia, ao mesmo tempo que se homenageiam os dadores, alerta-se para a necessidade crescente de recolha, em virtude do decréscimo que se tem verificado nos últimos anos. Em 2011, a descida no número de colheitas rondou os 20 por cento, segundo dados do Instituto Português do Sangue.
Também neste dia, assinala-se o nascimento de Aloysius Alzheimer, a 14 de junho de 1864. Este psiquiatra alemão gravou o seu nome na História por se tornar no primeiro a reconhecer esta doença neurodegenerativa, que viria, em memória de Alzheimer, a ser batizada com o seu nome.
Em 1901, Aloysius Alzheimer descobriu de que modo a doença agia no córtex humano, o que representou uma enorme descoberta. Viria a morrer em Breslau, a 19 de dezembro de 1915.

sábado, 28 de abril de 2012

O meu terceiro aniversário!!

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Ontem, 27 de Abril, o Meu Pequeno Cantinho fez 3 aninhos... Muitos Parabéns!!
É para continuar...!!
Obrigada a todos aqueles que o visitaram e que deixaram os seus comentários, e aos novos leitores, sejam bem-vindos.

Patricia




quarta-feira, 25 de abril de 2012

Morre lentamente quem não viaja...


Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
Não arrisca vestir uma cor nova,
Não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
Não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.


Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!
Pablo Neruda